My Photo

Dialeto

Referências

  • John Maeda
    John Maeda is a world-renowned graphic designer, visual artist, and computer scientist at the MIT Media Lab.
  • David Armano
    David Armano is VP of Experience Design with Critical Mass
  • Seth Godin
    Seth is a writer, a speaker and an agent of change.
Blog powered by TypePad

8 de dezembro de 2008

SEO em tempos de crise econômica

Certas empresas gastam grande quantidade de dinheiro em campanhas de PPC (pay per click), mas muitas destas são relutantes em investir quantias consideravalmente menores em SEO.

Isso acontece porque a percepção de empresas que investem pesadamente em PPC é que o SEO é incapaz de oferecer o mesmo ROI (return on investiment) comparado ao marketing de PPC, o que simplesmente não é verdade.

Gosto de explicar aos clientes que garantir resultados positivos nas máquinas de busca através de SEO pode levar um tempo razoável de concretização, mas os efeitos podem ser mais duradouros, e em consequência, superar o marketing PPC.

Muitos dos clientes  da Dialeto conseguiram estabelecer uma forte presença nos resultados orgânicos de busca e podem argumentar que estes resultados produzem um volume significante de vendas, ao preço de um investimento menor do que gastariam em esforços de marketing PPC.

É verdade que os custos de PPC tendem a aumentar sempre, simplesmente porque os advertisers não querem perder suas posições no topo dos resultados de links patrocinados. E quanto mais players entram na competição, maior a inflação de custos.

Os clientes precisam compreender uma diferença crucial: os anúncios pagos com uma página de entrada (landing page) são desenhados para converter o visitante em um comprador. E por sua vez, os resultados orgânicos, como efeito de uma estratégia de SEO, não são na verdade otimizados para a realização de conversões, da maneira como os anúncios pagos são. É certo que muitos dos nossos clientes possuem uma seção de vendas em seu site, mas algumas empresas simplesmente não possuem um produto para vender online. Elas recorrem a nós desejando apenas garantir maior visibilidade da marca.

Em geral, as empresas desejam gratificação instantânea, mas estamos percebendo que, em tempos de crise econômica, os clientes estão solicitando cada vez mais trabalhos de SEO à Dialeto, já que o enxergam como um investimento inteligente de longo prazo.

Fazendo uma analogia, poderíamos nos locomover de casa para o trabalho usando um automóvel, em vez de uma bicicleta: o carro é mais rápido e prático. Infelizmente, além de ser mais caro, não é a melhor estratégia de longo prazo.

Assim, a resposta simples para a pergunta comum, o que é melhor, SEO ou PPC?, é que os dois possuem vantagens e usos específicos. Na Dialeto, acreditamos que a melhor estratégia, especialmente em tempos de crise, seja utilizar as duas formas de marketing de buscas para obter os melhores retornos de investimento.


27 de novembro de 2008

Impacto do Google SearchWiki no SEO

O Google introduziu o SearchWiki, um implemento técnico aos seus resultados de busca, capaz de organizar um ranking manual baseado nas preferências do usuário. Similar a um serviço de bookmarks social, o usuário pode votar links como positivos ou negativos, para visualizar os resultados de forma customizada.

Essas mudanças afetam somente as buscas associadas a uma conta individual no Google (por enquanto disponível somente em alguns países. Em breve disponível também para usuários brasileiros)  e não representam qualquer interferência no sistema geral de ranking.

Em teoria, o SearchWiki é uma poderosa fonte de dados para o Google, e o sistema poderá utilizar essa coleta para fazer alterações em seu algoritmo. Na verdade, parece improvável que o Google não utilizará essas informações para influenciar os resultados de busca ao longo do tempo. Quem sabe o sistema poderá sugerir novos links, sempre que algum for deletado pelo usuário.

Estávamos pensando aqui na Dialeto, como o SearchWiki do Google pode afetar o SEO? Em um primeiro momento, o mecanismo humano de edição poderá promover e remover sites, e consequentemente o SEO pode se beneficar ou prejudicar. Alem disso, uma estrutura wiki é passível de spamming, o que pode se tornar um problema.  Se o Google utilizar essa promoção de links para reorganizar os resultados, poderá se pensar que o adsense por exemplo não possuirá mais valor: uma agência só precisa contratar algumas pessoas para promover links para seus clientes. Em um sistema de fácil manipulação, agências poderão bombardear a concorrência com maus comentários ou promover links positivamente através de programas que realizam comentários automáticos utilizando diferentes IPs.

Por outro lado, se as pessoas podem manipular os resultados de busca de maneira a criar o serviço personalizado perfeito, por que haveria necessidade de SEO? O foco de trabalho da Dialeto, e o que nós pensamos e abraçamos é que as pessoas precisam conhecer o produto e a marca antes de votarem neles. Assim, as estratégias de SEO, mídia social, anúncios e o boca-a-boca que nós desenvolvemos são necessários antes mesmo de garantir qualquer benefício por parte dos votos de usuários.

É interessante pensar na relação do Google com seus anunciantes a partir do SearchWiki. Liberando o crowdsourcing, o Google poderá oferecer aos anunciantes um pacote de informações sobre o que as pessoas gostam e desejam. Existe um grande potencial não apenas para oferecer melhores resultados, mas construir uma web mais semântica, e em efeito, usá-la para direcionar campanhas de marketing.

O Google SearchWiki é um belo experimento em macro escala, já disponível oficialmente. Veremos como ele se sai, pois ainda é cedo para alguma conclusão. O cenário para 2009 promete.

11 de novembro de 2008

Pesquisa online Natal LG sorteia celulares entre os participantes

A LG está fazendo uma pesquisa para saber como os brasileiros gostam de passar as festas de fim de ano.

Os 500 primeiros internautas que responderem a pesquisa Natal LG concorrem a três aparelhos: 1 LG Secret, 1 LG Renoir e 1 LG Cookie (os dois últimos modelos ainda não foram lançados no Brasil).

Para participar, é só acessar http://lgholiday.embrain.com

O público-alvo são jovens e adultos na faixa de 18 a 39 anos. A intenção é buscar um perfil de hábito de férias. Além do Brasil, outros quatro países responderão pesquisa idêntica: Reino Unido, França, Austrália e Singapura.

A influência dos blogs na hora da compra

Uma pesquisa da Jupiter Research (http://www.jupiterresearch.com/bin/item.pl/home) para a BuzzLogic (http://www.buzzlogic.com) mostrou que a metade dos leitores de blogs nos EUA acredita que eles ajudam no processo de decisão da compra.

Mais da metade das pessoas que fizeram compras com base em informações lidas em blogs no passado acham que a consulta ajudou na hora de finalizar a compra.
Ainda de acordo com a pesquisa, apesar de apenas 7% dos usuários finalizarem uma compra baseado em algo que leu em um blog, 21% deles acredita que blogs influenciam na hora de decidir entre produtos e/ou serviços, enquanto que 19% os utiliza para refinar escolhas, 17%  para descobrir novos produtos e serviços e 14% para se certificar de uma escolha.

Segundo o www.eMarketer.com, a previsão é de que 67% dos usuários de internet nos EUA passem a ler blogs em 2012, número esse que passou dos 50% em 2007.

7 de novembro de 2008

Obama e a mídia social

A vitória de Barack Obama nas eleições americanas se deu em grande parte por sua capacidade de compreender a mídia social melhor do que os candidatos concorrentes. Obama pode ser considerado o primeiro 'presidente mídia social' da história. Ele foi o primeiro a entender como usar em seu favor o poder do compartilhamento e da comunicação através da mídia social, não apenas para divulgar sua plataforma presidencial, mas principalmente para transformar eleitores em ativistas de sua campanha.  Sua equipe de marketing percebeu o grande potencial de alcance de se utilizar diferentes aspectos das tecnologias web em benefício da campanha. Não foi apenas o MyBo, a rede social de Obama,  mas todas as ferramentas trabalhando em conjunto, complementando umas as outras e promovendo a mesma mensagem de ‘mudança’, que uniram a população em torno de um mesmo objetivo: eleger Obama presidente dos Estados Unidos.

Claro, muitos candidatos desta eleição, incluindo John McCain, tinham seus websites, ferramentas de arrecadação de doações em dinheiro e aparatos de redes sociais, como Twitter, Digg, YouTube, MySpace e blogs, mas a equipe de Obama deu a essas tecnologias um papel central - entre outras coisas, recrutando um dos fundadores do Facebook, Chris Hugens, para ajudá-los no desenvolvimento estratégico. Essa equipe gerenciou as ferramentas de forma eficaz, utilizando a grande massa de eleitores gerada através da mídia social como ativistas da campanha.

Como presidente, veremos como Obama utilizará esses recursos que contribuíram para sua vitória daqui para frente. A mídia social continuará como um monitor da população e tal ferramenta certamente exercerá um papel fundamental em uma provável campanha de reeleição em 2012, mas por enquanto, permanece a dúvida se sua equipe a utilizará como elemento chave de sua política estratégica.

A campanha de Obama certamente representa uma mudança em termos de estratégia. Lições de negócio podem ser aprendidas ao examinarmos o que cada equipe de campanha realizou no espaço da mídia social. Saber como engajar e mobilizar certas comunidades em torno da sua mensagem é vital. O que fica é a idéia de que os propósitos da mídia social, enquanto promotora de estratégias de negócio,  é conectar com as pessoas potencialmente interessadas em nossos produtos ou serviços e direcioná-las a tomar partido junto de nós, transformando-as em ativistas das nossas campanhas.

6 de novembro de 2008

Mídia social é a melhor estratégia de marketing em tempos de crise

A Forrester Research publicou um estudo que mostra que mais de 40% dos profissionais de marketing que usam a mídia social vão aumentar seus investimentos na área em um período de recessão.

Dia 10 de dezembro, a Awareness vai promover um seminário online para falar sobre a pesquisa feita pela Forrester, abordando especialmente marketing e métricas na mídia social em tempos de crise. O seminário, apresentado pelo vice-presidente da Forrester Josh Bernoff, é gratuito e acontece às 16h (horário de Brasília).

Alguns pontos que deverão ser discutidos no evento:
• Pesquisa mostrando porque e onde os profissionais da área de marketing planejam investir e onde planejam cortar custos – incluindo investimentos em social media marketing;
 • Estratégias para elaborar métricas para a mídia social para provar aos clientes que os investimentos estão dando certo;
• Exemplos de aplicações bem sucedidas e que trouxeram bons resultados mensuráveis.

Para saber mais sobre o evento, clique aqui.

24 de outubro de 2008

Qual lição o embate Nizan x Fábio Fernandes no Maximídia poderia trazer para o mercado?

A crise econômica mundial e os efeitos dela na economia brasileira têm sido o foco de conversas nos mais variados meios: dos debates especializados às conversas em mesa de botequim. Alguns são mais otimistas; outros nem tanto. O que é certo é que o debate está apenas começando, inclusive nas principais rodas de executivos no País.

Dentro desse contexto, é natural que os ânimos se alterem. Foi o que se viu durante o Maximídia (evento de publicidade que aconteceu no começo de outubro, em São Paulo). Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC, e Fábio Fernandes, presidente da F/Nazca saíram de um debate caloroso sobre como o País se prepara para a crise e terminaram com um bate-boca digno de ser viralizado. E foi o que aconteceu. O vídeo editado com os momentos mais quentes do embate foi postado dia 22 de outubro no YouTube e, em apenas um dia, teve mais de 22 mil visualizações e quase 100 comentários.

A divergência de pensamentos em relação ao momento atual da propaganda, os palpites a respeito do protagonismo da crise no Brasil e o que deve ser feito para amenizar suas conseqüências foram os propulsores desse acalorado “bate-boca” entre os executivos.

Quem está inserido, de alguma forma, na “panela” do mercado publicitário brasileiro, tem acompanhado e palpitado sobre as questões levantadas pelos empresários. Além do vídeo, a outra “peça viral” é um email/carta-resposta supostamente enviado por Fábio Fernandes aos seus funcionários, explicando o acontecido.

Uma varredura realizada na mídia social mostrou que o episódio está fortemente presente no boca-a-boca online. Uma amostra disso é o buzz que tem sido gerado nos blogs em torno do episódio. Apenas no dia 22, foram capturados cerca de 70 posts sobre o assunto como resultado da postagem do vídeo do debate no YouTube. Blogueiros do trade estão em polvorosa com o acontecido. Mais de 200 blogs já postaram sobre o caso e seguem divulgando as atualizações. No Twitter usuários prevêem: “vai ser o viral do ano”.

Mas o que toda essa celeuma pode nos trazer de lição? Nizan Guanaes, Fábio Fernandes e mesmo os blogueiros que repercutiram o embate acabaram desviando o foco da crise. Pouco se falou de fato sobre como as empresas tendem a se comportar durante a fase de vacas magras. “A primeira coisa que eles cortam é a publicidade”. Será que a palavra é cortar? Não seria mais adequado remanejar ou mesmo otimizar?

Não há momento melhor que este para avaliarmos onde as empresas podem e devem investir: vale mais a pena gastar milhões em propaganda ou reduzir a escala de gastos para um trabalho focado em engajamento de consumidores?

A mídia social, que cresceu exponencialmente no último ano, tem uma maior capacidade de segmentação e afinamento com o objetivo do cliente e por isso se torna cada vez mais relevante.
Em meio à turbulência da crise, a internet é a única mídia que cresceu e ainda mostra potencial de crescimento. Na contramão das mídias de massa, é ela que vem mudando os hábitos dos consumidores ao redor do globo. Blogs deixaram de ser uma fonte de informação para se tornarem parte de um sistema de relacionamento interpessoal. 20,6 milhões de brasileiros, o equivalente a 88,6% dos internautas ativos no país, segundo dados do Ibope, estão presentes nesse “sistema”. Esse é o volume de pessoas que navegam em sites de redes sociais, como Orkut, Twitter, e blogs, para deixar opiniões sobre marcas, produtos e empresas. O mercado não tem outra saída a não ser analisar esses dados. Interagir e se engajar com esse público também são palavras de ordem e quiçá farão a diferença frente ao seu concorrente nesse momento de gastos contidos.

No momento de crise, o posicionamento da Dialeto junto aos clientes não tem sido o de “reduzir”, mas sim o de “otimizar”. Soluções focadas e bem planejadas farão a diferença.

Abraços,
Renato Abdo

22 de outubro de 2008

Blogosfera sob a lente de aumento do Technorati

O Technorati lançou o seu anuário da blogosfera 2008. Intitulado "Technorati’s State of the Blogosphere 2008", o relatório está dividido em cinco segmentos: "Quem são os blogueiros", "O que e por que blogar", "Como blogar", "Blogando por dinheiro" e "Marcas na blogosfera".

Desde 2004, o Technorati anualmente lança um relatório sobre as tendências da blogosfera mundial. Este ano, o relatório está mais completo e traz uma pesquisa feita diretamente com os blogueiros, por meio do qual se procurou buscar insights mais aprofundados a respeito do comportamento dos blogueiros: ferramentas, tempo e até mesmo pesquisas feitas por eles para produzir o conteúdo dos blogs. Outro aspecto que o relatório tenta decobrir é de que forma o ato de blogar interfere vida pessoal, profissional e financeira desse público.

O relatório completo pode ser acessado em: http://www.technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/

15 de outubro de 2008

Quer melhorar o mundo? O Google te ajuda

O Google lançou recentemente o Projeto 10^100 (ou seja, dez elevado a 100). Trata-se de uma iniciativa inédita no mundo e que tem aspectos sociais em todos os sentidos. Segundo o próprio site, o projeto “é a convocação de idéias para mudar o mundo ajudando o maior número de pessoas possível”.

Qualquer pessoa pode participar enviando um projeto até dia 20 de outubro dentro de categorias como comunidade, ambiente, saúde, entre outras. E as próprias pessoas irão escolher as melhores idéias, votando naquelas que devem receber uma ajuda de 10 milhões de dólares do Google.

Assista o vídeo abaixo para saber mais:

10 de outubro de 2008

Fazendo previsões para as eleições com base no cafezinho

As eleições nos Estados Unidos estão dando o que falar faz algum tempo. Mas uma das iniciativas mais interessantes foi realizada pela rede de lojas de conveniência 7-eleven. O simples ato de tomar café se transformou em uma ação pró um dos candidatos a eleição. Ao comprar seu café, você escolhe o copo do seu candidato, gerando dessa forma um buzz instantâneo. Ao mesmo tempo, os "votos" são contabilizados e colocados online.

Imagem4



Veja mais aqui.

Most Recent Photos

  • Imagem4
  • Crisenabolsa_5
  • Crisenabolsa_3
  • Social_app
  • Tiro pela Culatra 01:  Nike's love of freedom and personal expression.
  • O mundo está em transformação e a grande pergunta é: onde vamos parar?
  • Maior Social Network construída até agora!
  • Maior Social Network construída até agora!
  • Maior Social Network construída até agora!
  • Ux_3
  • Tagline